
O Boletim Focus divulgou uma nova expectativa para o cenário inflacionário no Brasil, sinalizando uma redução na previsão do IPCA para 2026. O mercado agora antevê uma inflação próxima a 4,05% para este ano, mantendo-se dentro da meta estabelecida pelo Banco Central.
No universo corporativo, diversas empresas apresentaram resultados e informações relevantes ao mercado. A açaí reportou encerramento do ano com uma alavancagem de 2,56, abaixo do guidance de 2,60 previamente divulgado, demonstrando um desalavancamento efetivo conforme a empresa havia sinalizado.
A Vamos apresentou prévias de resultados com crescimento de 24% na receita em comparação ao ano anterior, influenciado principalmente pela venda de ativos. Considerando a atividade principal, ou seja, locação, houve aumento de 11,5%, reflexo de uma expansão da frota em cerca de 5%. Outro ponto positivo apontado foi a redução no CAPEX, fator que favorece a geração de caixa da companhia. Além disso, a diminuição nas retomadas e devoluções de veículos, uma preocupação anterior, indica melhora na operação.
A Motiva, ex-CCR, divulgou seus dados operacionais de dezembro evidenciando crescimento significativo. O tráfego nas rodovias aumentou 5,4% no número de veículos, enquanto a mobilidade urbana apresentou alta próxima a 3% e os aeroportos tiveram incremento de cerca de 8%. Estes números destacam um desempenho positivo no trimestre.
Detalhamento dos indicadores econômicos
Para o dia de hoje, o destaque no calendário econômico brasileiro é a divulgação, às 9 horas, do crescimento do setor de serviços. Este setor é o mais relevante da economia nacional e seus resultados influenciam as expectativas macroeconômicas e decisões de mercado.
Nos Estados Unidos, durante o pregão, será divulgado o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) americano. Este indicador está diretamente relacionado à inflação local, que impacta as taxas de juros e, por conseguinte, os mercados de ações globalmente.
Esses eventos prometem gerar volatilidade no mercado, demandando atenção dos investidores para as movimentações e possíveis ajustes nas estratégias de investimento.
