A carteira multiestratégia apresentou alta de 0,47% entre 1º de dezembro e 5 de janeiro, ciclo mensal que abrange dezembro e início de 2026. Apesar do resultado positivo, o desempenho ficou levemente abaixo dos principais benchmarks, com a carteira recuando 1,5% frente ao Ibovespa e 0,8% em relação ao CDI no mesmo período. O índice IHFA, que acompanha fundos multimercados, também superou levemente a carteira neste mês.
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Desempenho por classe de ativos
O segmento de ações brasileiras impactou negativamente o resultado do último mês, com queda de 0,72% e peso de 47% na carteira. Em contrapartida, classes internacionais, alternativas, commodities e renda fixa se destacaram positivamente, principalmente a renda fixa e os alternativos, que ajudaram a compensar a retração das ações nacionais.
Resultado anual de 2025
Em 2025, a carteira multiestratégia obteve rentabilidade de 29,5%, enquanto o Ibovespa subiu 34,8%. Considerando que a exposição em ações brasileiras é, em média, 47%, a diferença de 5,3% em relação ao Ibovespa é compreensível. Já frente ao IHFA e ao CDI, a carteira superou ambos no ano passado, com ganhos de 15,2% acima do IHFA e 15,1% acima do CDI, praticamente o dobro do rendimento desses benchmarks.
Comparativo com índices e ativos
O ouro, principal destaque entre commodities, também compõe cerca de 5% da carteira, contribuindo para o desempenho positivo. Além do Ibovespa e do ouro, o portfólio incluiu exposição à Bolsa americana e chinesa, criptomoedas atreladas ao Bitcoin, entre outros ativos. O desempenho acumulado da carteira em 28 meses alcançou 65,7%, com volatilidade anual estimada em 9,4% e retorno esperado de 1,9% ao mês, ou 24,7% ao ano, conforme histórico recente.
Aporte mensal e dividendos
Estudos indicam que aportes mensais regulares melhoram significativamente a rentabilidade da carteira. Por exemplo, aportes mensais de R$ 2 mil, mesmo em momentos negativos, potencializam os ganhos médios. A carteira distribuiu 3,25% de dividendos em 2025, representando 0,8% no último mês, já inclusos na rentabilidade reportada. O reinvestimento desses dividendos reforça a importância dos aportes contínuos para maximizar o retorno do investimento.
Mudanças para janeiro de 2026
A composição por classes de ativos manteve a divisão: 47% ações Brasil, 33% renda fixa, 12% internacional (Bolsa americana e chinesa), 5% commodities (ouro) e 3% alternativos (criptomoedas). Entre as mudanças, saíram Cirela (CIRE3), Multiplan e VIVA3, enquanto entraram Moura do B. (MDNE3) e GGBR4, buscando aproveitar tendências mais positivas.
Essas alterações visam aproveitar melhor o cenário atual, valorizando setores com perspectiva de alta e corrigindo exposições que podem enfrentar lateralizações ou quedas. Mesmo com ajustes que não impactaram positivamente de imediato, a visão permanece de médio e longo prazo para capturar as melhores oportunidades do mercado.
Essas informações são úteis para investidores que acompanham a carteira multiestratégia da Blue3 Research, conduzida por Dalton Vieira, e desejam entender seus resultados e decisões para o novo ciclo.
Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial e revisado por nossa equipe editorial




