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O que muda para famílias de alta renda com a nova tributação e como se preparar com segurança

Por Robson Vieira TavernardSócio da Blue3 Investimentos e especialista em planejamento patrimonial e sucessório As mudanças nas regras do Imposto de Renda e o avanço da regulamentação da reforma tributária colocaram as famílias de alta renda em uma fase decisiva. Apesar de o debate público se concentrar nas alíquotas e nas alterações mais visíveis, existe […]

Por Robson Vieira Tavernard
Sócio da Blue3 Investimentos e especialista em planejamento patrimonial e sucessório

As mudanças nas regras do Imposto de Renda e o avanço da regulamentação da reforma tributária colocaram as famílias de alta renda em uma fase decisiva.

Apesar de o debate público se concentrar nas alíquotas e nas alterações mais visíveis, existe um impacto estrutural que passa praticamente despercebido: a perda de previsibilidade no planejamento patrimonial de longo prazo.

O imposto mínimo para alta renda, a ampliação das bases tributáveis e a revisão de incentivos e isenções tornam o cenário mais complexo. Não se trata apenas de aumento de carga tributária. Trata-se de entender que parte das estratégias que funcionaram durante décadas passa a exigir revisões profundas.

Isso vale especialmente para sucessão familiar e societária, dois temas que ficaram mais sensíveis com as propostas atuais.

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A discussão mais comum gira em torno das holdings familiares. Porém, o verdadeiro ponto crítico não está apenas no custo de manutenção dessas estruturas.

A questão central é que a sucessão se torna mais arriscada quando a família depende exclusivamente de patrimônio imobilizado. Sem liquidez, o processo sucessório pode gerar conflitos, venda forçada de ativos e impactos severos sobre o negócio familiar.

Nos atendimentos que realizamos na Blue3, percebemos que quanto maior o patrimônio, maior é a necessidade de mapear riscos escondidos. Um dos principais erros é olhar apenas o Imposto de Renda e negligenciar a interação das novas regras com o ITCMD, os acordos societários e a forma como os bens estão organizados. Como costumo dizer nas reuniões, “o maior risco hoje não é pagar mais imposto. O maior risco é ser surpreendido por ele quando a família já não tem espaço para corrigir a rota”.

Empresas familiares são outro ponto cego desse debate. A maioria dos negócios no Brasil pertence a famílias e depende da continuidade operacional para sustentar gerações.

Com as mudanças tributárias, muitos empresários estão descobrindo fragilidades que antes não eram percebidas, como ausência de acordos de sócios atualizados, sucessão societária indefinida ou dependência total do patriarca na gestão. A reforma torna essas vulnerabilidades ainda mais relevantes.

A liquidez sucessória ganha protagonismo nesse contexto. Ela deixa de ser uma recomendação complementar e se torna parte central do planejamento.

Instrumentos como o seguro de vida Whole Life e estratégias híbridas com previdência privada passam a ter papel essencial na cobertura do ITCMD, na proteção contra bloqueios judiciais e na continuidade das empresas. Sempre reforço aos clientes que “o planejamento sucessório deixa de ser sobre pagar menos imposto e passa a ser sobre proteger o patrimônio de forma inteligente e organizada”.

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Para famílias que desejam se preparar adequadamente, alguns passos são fundamentais. O primeiro é realizar um mapeamento completo da chamada tríade patrimonial, que envolve família, renda e patrimônio.

Em seguida, é preciso avaliar as vulnerabilidades jurídicas da estrutura atual, especialmente holdings antigas, bens sem documentação adequada e acordos societários desatualizados. O terceiro passo consiste em simular os impactos da nova tributação na realidade da família, e não com base em suposições genéricas.

O quarto passo envolve a implementação de mecanismos claros de liquidez. Por fim, é essencial revisar o planejamento ao menos uma vez por ano.

As mudanças previstas para 2025 representam um divisor de águas. Quem se organizar agora terá um planejamento sólido e ajustado às novas regras.

Quem deixar para depois dependerá das condições do momento, com margens reduzidas para adaptação. O custo da antecipação é sempre menor do que o custo da correção tardia.

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